As quatro de Gainsbourg

10/01/2011 § Deixe um comentário

Se você, assim como eu, não conseguiu assistir Gainsbourg na última mostra de cinema, pode matar (ou atiçar) a sua curiosidade com esse mini-documentário, que destaca Juliette Gréco, Brigitte Bardot, Jane Birkin e Bambou, as quatro mulheres mais importantes na vida de Serge.

Link do vídeo que não dá para embedar

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Resquícios do fim de semana: “Os Mercenários”

16/08/2010 § 1 comentário

Eu me orgulho muito da minha habilidade de gostar de qualquer tipo de filme. Qualquer mesmo. Desde que ele cumpra o seu propósito, faça bem feito.

E pode xingar o quanto quiser o Stallone pelos estragos que ele deixou por aqui enquanto filmava “Os Mercenários”, mas o resultado é exatamente o que todo mundo esperava depois de ver o trailer.

Não é um filme de ação estilo “Carga Explosiva”, é uma comédia que zoa esses filmes. Mas não uma paródia do tipo “Todo Mundo Em Pânico” ou “Não É Mais Um Besteirol Americano”.

É um filmeco de ação que não se leva nada a sério, e por isso acaba sendo bem divertido de ver. Eu ri bastante.

Tem a Giselle Itié, também, que acaba convencendo! Não é aquela coooisa de Oscar, mas, realmente… Desse elenco aí, quem é?

Na minha opinião, se você é um homem de verdade (ou é fã de homens de verdade), vai acabar gostando desse filme. É uma combinação de suor, armas, explosões, regatas, camisas xadrez e motos. Até a trilha sonora é macha: Creedence Clearwater Revival, Mountain, etc.

E toda essa macheza é estrelada pela epítome do homem de verdade:

Sempre que precisam de um macho sujo e raivoso, porém amável, chamam ele: Jason Statham.

Além de tudo, vem com sotaque britânico. (L)

Ninguém achou que eu estivesse falando do Stallone, né?

Dias 12, MoMA e cinema

15/07/2010 § Deixe um comentário

A chuva deu uma atrapalhada nos planos de ontem, dia 14. Como ainda tínhamos o MoMA para visitar, não houve dúvida: ao ver o céu branquinho e carregado, rumamos para a rua 53.

As exposições do MoMA estão muito legais. Além de peças mais contemporâneas, as mostras trazem os clássicos que todo mundo gosta de ver (e, não sei por que, fotografar; que ódio). Andei por muitos Van Gohgs e Pollocks e consegui ver alguns Cézannes e Magrittes, meus all time favorites. O mais legal foi o audiotour, que é gratuito e traz declarações de curadores e editores de suplementos de arte. O que me desapontou profundamente foram os turistas. Não sei se eles eram mais comedidos no ano passado, mas foi um festival de pessoas fotografando, falando alto e, pasme, caçoando de algumas obras (não quero comentar).

Depois do MoMA, a chuva estava pior. Aproveitamos para conferir um desses cinemas com Real 3D e assistimos Despicable Me, uma animação hilária que traz no elenco o Steve Carrel e o Jason Segel, o Marshall do How I Met Your Mother. O 3D é de fato bem legal, os óculos são menores e mais confortáveis e não foi tão cansativo para os olhos quanto eu pensei. Que modernidade, não, minha gente?

Coisa de cinema

13/06/2010 § Deixe um comentário

Fernando Gonzalez que me perdoe, mas vou adentrar o maravilhoso mundo da moda masculina. Uma ala que sempre me interessou um pouco mais que a feminina. Aliando duas paixões, escolhi filmes que têm figurinos masculinos de arrasar (ou qualquer outro verbo menos drag). Por coincidência, todos os longas eleitos são de época (fica a dica para as peças clássicas).   

Os Intocáveis, Brian De Palma (1987)    

Bom, figurino por Giorgio Armani não é pouca porcaria, né?    

Os agentes intocáveis de Chicago

As peças não são ajustadas ao corpo como os moços de 2010 estão acostumados, o que só as deixa mais atemporais ainda. Tudo que aparece nessa foto poderia muito bem ser usado hoje em dia, e ainda faria bonito.   

O meu preferido é do George Stone (Andy Garcia). É bem relaxado para a época retratada, mas hoje é uma coisa bem arrumadinha. Do tipo que exigiria uma ocasião especial para alguém considerar usar.   

Al Capone e seu sobretudo

Mas a peça que rouba a cena é esse sobretudo usado pelo Robert De Niro. A cor e o corte são nojentos de tão phynos, e essa gola de cor diferente da lapela é uma sacada linda. Levantou o look anos 30, mas de um jeito tão elegante que a cara de clássico permaneceu.   

Sherlock Holmes, Guy Ritchie (2009)   

Guy Ritchie é um dos meus diretores preferidos. E por mais que esse não seja o seu melhor filme, as roupas são um show à parte.   

Não, o Blackwood não é um gigante. Preguiça para o Photoshop.

Os coletes estampados e os lenços do Downey Jr. são um jeito muito bonito de montar um look arrumado sem ficar formal como o terno de três peças do Jude Law. Não que eu não tenha amado o figurino do Watson (sou super a favor dos clássicos).  

Aliás, alguém prestou atenção no terno oficial de três peças da seleção da Inglaterra? O Beckham e o técnico estavam usando no sábado!  

Ok, essa sobreposição de lapelas/golas do Mark Strong é meio escandalosa para ser usada hoje. Mas, no universo vitoriano fashion criado pela Jenny Beavan (figurinista), faz sentido e ainda chama muita atenção (no bom sentido).  

Quase as mesmas peças, em estilos bem diferentes.

E a melhor peça é, de novo, um sobretudo: o do Robert Downey Jr. Preto e em veludo cotelê. A lapela também é sutilmente diferente, se vocês prestarem atenção… É um pouco mais arredondada, menos rígida.  

Quem curtiu o assunto e quer assistir outros filmes, esses aqui também têm figurinos MAIS que dignos:  

Chegou a sexta-feira

30/04/2010 § Deixe um comentário

E nesse final de semana tudo pode dar certo.

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